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Curso para Reduzir o Medo de Falar em Público
Encontrar um bom curso para reduzir o medo de falar em público sempre foi e será uma das principais preocupações dos seres humanos, principalmente dos executivos mais tímidos e introvertidos. Um bom curso de oratória vai ajudar você a entender o porquê do medo de falar e aprender a lidar com situações de ansiedade e adquirir técnicas e habilidades para se sobrepor a situações de desconforto.
Um novo conceito em treinamento de comunicação e expressão pessoal em público. Clique aqui em Cursos de Oratória para ver mais sobre os cursos que ministramos e que podem ajudar você a amenizar algumas dificuldades nesse sentido. Venha trabalhar questões relativas à ansiedade, medo, timidez e postura ao falar. Aprimore sua fluência e invista na sua carreira profissional. Não deixe que os outros falem por você! Fale você mesmo e construa o seu marketing pessoal.
Algumas questões relacionadas ao medo de falar precisam ser desvendadas antes de iniciar o processo de comunicação e expressão verbal em público, são elas:
Porque passamos a vez, quando algum projeto ou trabalho de faculdade precisa ser apresentado a uma platéia, por menor que seja?
Mas porque temos medo?
O que devemos fazer para superar o medo de falar em público?
Porque ficamos mais inseguros quando o público é mais formal?
Porque não conseguimos olhar nos olhos das pessoas que formam o nosso público?
Quais os impactos negativos na construção do marketing pessoal, quando fugimos das oportunidades de nos expormos em público, durante as apresentações de trabalhos, projetos etc?
Porque as pessoas mais falantes e mais bem estruturada são mais requisitadas para representar a empresa em congressos e reuniões e são, na maioria das vezes, as primeiras a serem indicadas para ocuparem os cargos de liderança?
Porque quando éramos crianças, brincávamos, falávamos com certa naturalidade meio a outras crianças e não sentíamos o medo que sentimos após a fase adolescente de nossas vidas?
Porque o medo de falar nos incomoda muito mais agora (na universidade ou no ambiente profissional) de que antes?
Porque precisamos superar o medo de falar?
Abaixo temos dois textos muito importantes para se começar a entender e valorizar as questões relativas a esse assunto. Eles vão ajudar você a encontrar respostas para uma boa parte das questões acima.
Mas antes de iniciar a leitura não se esqueça de uma grande dica: Você só vai reduzir o medo de falar e controlar a ansidade que geralmente sentimos momentos antes de falar em público, a partir do momento que você conhecer e entender as peças que compõem o processo de comunicação e expressão verbal em público e praticar a oratória com mais freqüência, aproveitando todas repito, todas, as oportunidades que surgirem em sua vida. Recomenda-se que você crie essas oportunidades e fale. Os livros e as dicas que normalmente se encontram por aí ajudam mas não resolvem o problema. Venha fazer o nosso curso prático de oratória que você vai perceber que esse mistério não é tão difícil de ser desvendado. Basta o acompanhamento de alguém que conhece as duas faces da moeda para ajudar a solucionar mais facilmente esse problema desconfortável e prejudicial, que é o medo de falar.
Boa leitura.
"COMUNICAÇÃO E MARKETING PESSOAL"
“Há um fato que é incontestável: a comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade. Cada vez mais em nosso mundo globalizado, a busca da excelência nas comunicações é um desafio para quem pretende atingir um alto nível de profissionalismo.
Em um mundo competitivo, onde um bom marketing pessoal pode ser a senha para o sucesso, há necessidade da competência técnica, aliada à competência comportamental e emocional, que incluem relações interpessoais mais enriquecedoras. E afinal de contas:
-Quem de nós não quer ser ouvido com interesse e respeito?
-Quem de nós não quer ser aceito?
-Quem de nós não quer persuadir o interlocutor com idéias claras, coerentes e objetivas?
-Quem de nós não quer participar do meio em que vive e influenciar nas decisões do grupo?
-Quem de nós não quer transmitir segurança e fluência durante a explanação de um assunto?
-Quem de nós não quer receber feedback positivo quanto às atuações como comunicadores e facilitadores da aprendizagem?
Comunicação e Libertação
Quanto ao aspecto individual, comunicar-se bem é uma forma de libertação. Quando falamos, temos a oportunidade de arrancar as máscaras e deixarmos transparecer quem realmente somos, liberando outras formas de expressão que permaneciam em estado latente. Esse processo ajuda a dar vazão ao lado criativo, deixando emergir um eu mais autêntico e profundo.
Nós nos comunicamos para sermos reconhecidos e aceitos, para sabermos quem somos, por meio do espelho que o outro nos mostra. Somos eternos investigadores de nós mesmos, mas quem nos possibilita a revelação instigadora de quem aparentamos ser, no meio em que atuamos, é o outro. É ele que nos apresenta pistas, que desvendam a parte de nós que, muitas vezes é cega e surda. Ter a sabedoria para mergulhar com coragem nessa auto-descoberta é tarefa complexa. A comunicação é a ponte que propicia o desnudamento desse território tão íntimo.
Nós somos do tamanho da comunicação que conseguimos estabelecer no meio em que atuamos. Ter a coragem para se comunicar é estar disponível ao contato social. Se quisermos, cada ato comunicativo pode nos fazer despertar do sono, do limbo, da inércia, incitando-nos às ações mais produtivas.
O processo comunicativo é uma necessidade essencial à natureza humana. Gestos, atos e palavras povoam permanentemente a existência. Por meio da comunicação imprimimos nossa marca, nossa raiz, nosso chão e deixamos patente o nosso lugar no mundo. Ela projeta a personalidade e o caráter de cada um de nós e está presente, todo o tempo, mesmo através do silêncio ! Respiramos comunicação ! Essa lei é imutável. Ignorá-la é selar um pacto com a inanição afetiva, mental e intelectual.
Ela é o nosso instrumento de exploração do mundo e também é, ao mesmo tempo, o instrumento com o qual o mundo nos explora. É através desse jogo que formamos, gradualmente, as opiniões, conceitos e juízos que nortearão nossas vidas, sem os quais seria impossível a convivência.
Fincamos nossa estrutura pessoal por meio das comunicações que praticamos. Se os meus pensamentos tem qualidade e consigo transmiti-los com inteligência, empatia e sensibilidade, isso pode me assegurar maior excelência nas relações interpessoais, gerando maior sucesso nas ações cotidianas.
Quando nos comunicamos bem, realizamos uma viagem em direção à essência secreta do coração e da mente do outro, e nos tornamos companheiros/ cúmplices nessa travessia ! Para isso, não basta falar bem, utilizando corretamente as regras gramaticais. Há necessidade de muito mais ! É preciso mobilizar nossos recursos internos e externos para facilitar a arte do diálogo, que não é um simples despejar de palavras, é ir ao encontro, é abster-se de julgamentos precipitados, dando chances para a troca democrática de idéias, propiciando um clima de confiança e bem estar, utilizando a empatia na busca do processo de sinergia.
Além disso, é necessário buscar feedback quanto a nossa atuação. Só conseguimos construir relações verdadeiras a partir do momento em que enxergamos com maior propriedade quem somos nós e qual o impacto que causamos nos vários grupos sociais. Ter consciência dessa imagem social faz parte da ação corajosa de quem busca uma comunicação plena.
O Ser Humano é produto da comunicação que viveu
Reflexões
Se temos consciência que contamos a nossa história por meio de cada ato comunicativo, se temos consciência da importância dessas inter-relações, tornando comuns os pensamentos, as sensações e os desejos, cabe-nos as seguintes reflexões:
-Até que ponto estou comprometido com a busca de uma comunicação livre, sem distorções e obstáculos?
-Até que ponto estou ampliando minhas potencialidades verbais e não-verbais?
-Até que ponto tenho me permitido ser quem eu realmente quero ser?
-Até que ponto há coerência entre o que digo, penso e faço?
-Até que ponto minha imagem externa condiz com o que percebo a meu respeito?
-Até que ponto valorizo o meu "estar" no mundo?
-Até que ponto deixo que os medos e inseguranças sejam mais fortes que a minha coragem para administrá-los?
-Até que ponto saboto com pequenas armadilhas as minhas chances de sucesso?
-Até que ponto meu magnetismo pessoal está sendo lapidado, com inteligência e determinação, com o objetivo de me tornar melhor?
Dar-nos o direito à expressão é conquistar a liberdade de ser, é tomar posse de novos territórios, é afirmar-se perante a vida, é transformar-se no encontro com o "outro". É preciso aprender a buscar a própria palavra, como quem busca a própria identidade.
Compreender a dimensão do processo comunicativo é um caminho para compreender a própria vida.
O mundo ecoa de acordo com as comunicações que estabelecemos com os nossos semelhantes. Somos o meio e o produto dessas relações.
Investigar a forma como revestimos e expressamos os pensamentos nos possibilita a análise das várias facetas de nossa personalidade, o que nos mostrará como atuamos nos vários grupos sociais. Esse é um mapa necessário, que fornece oxigênio para um mergulho interior e para uma aprendizagem desafiadora, tão necessária para nos tornarmos melhores como seres humanos!”
(Mendes, Eunice – Fonte Internet)
Como Superar o Medo de Falar em Público
Por Emerson Escobar
"Falar em público é uma das atribuições mais importantes de todo profissional, seja para apresentar um projeto, vender uma idéia ou até mesmo participar de uma reunião. Mas, ainda é uma tarefa que inspira medo e pode ser decisiva para o sucesso de muitas pessoas.
Uma dica preciosa a todo profissional que utiliza a oratória é não se assustar com o medo, porque isso ajuda a alimentar mais nervosismo. O importante não é eliminá-lo, e sim transformá-lo numa energia positiva, tornando o discurso mais envolvente. Mas, esse grande vilão não está presente somente na vida dos brasileiros, pois 41% dos americanos têm pavor de pensar em qualquer tipo de exposição, e ainda são considerados menos dramáticos que os australianos, que preferem a morte a terem que falar em público.
Identificar esse sentimento e enfrentá-lo são as melhores formas de impedir que ele atrapalhe o seu desenvolvimento profissional. Imagine como é que um projeto pode ser aprovado, se você estiver tremendo na hora de apresentá-lo? Será que algum cliente deixou de comprar porque você não estava confiante ao expor seu produto? Tenha certeza de que, cada vez que você evitar aparecer, alguém estará fazendo o contrário. As chances de seu concorrente conquistar mais espaço são inquestionáveis.
Um dos fatores que contribuem para a insegurança e o decorrente medo ao falar é a falta de experiência. A melhor forma de superá-la é enfrentar quaisquer situações da forma mais natural possível. Sobressai-se bem quem costumava fazer perguntas na sala de aula e apresentar trabalhos em grupo, o que contribui para uma diminuição da tensão na hora de discursar. Pessoas inexperientes costumam recusar convites, fugir de reuniões e adiar apresentações. Encoraje-se, pois o seu sucesso dependerá somente de você.
Quando se manda alguém no seu lugar, a pessoa melhora cada vez mais e você fica inerte. Mesmo com muito treino, é bom ter em mente que mãos suando e ansiedade são comuns - e inevitáveis - nos minutos que antecedem uma apresentação. Esses sintomas acompanham os executivos mais experientes, os oradores mais hábeis e até artistas de muito sucesso. É preciso aprender a conviver com isso.
Em três passos, saiba como superar a dificuldade de discursar e se torne um (a) bom (a) orador (a).
1. Saiba o que você vai falar - Leia, pesquise, se interesse, domine o assunto. Isso vale para qualquer tipo de apresentação. É preciso ter intimidade com o que será exposto. Ter histórias para contar é um diferencial. Tenha em mente um bom roteiro das principais idéias
Não tenha pressa em terminar o seu discurso. É preciso ter uma atitude equilibrada. Jamais seja arrogante e nem subestime a inteligência de quem está ouvindo. A persuasão só acontece quando há emoção e entonação correta.
Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia (UCLA) mostra que os maiores impactos provocados no público vêm da voz (55%) e da linguagem corporal (38%). É claro que isso não desqualifica o conteúdo da apresentação.
Seja você mesmo - A melhor forma de ser bem-sucedido(a) é não se considerar um mestre em oratória. Não tente ser nada além de você mesmo. Crie o seu estilo. Por exemplo, não faça piadas se você não é naturalmente engraçado(a). Uma das piores sensações do mundo é o silêncio pairando no ar depois de uma gracinha. Sorrir é um dos pontos importantes para se conquistar a simpatia do público.
Ser humilde e não se preocupar excessivamente com o que os outros estão pensando de você também pode garantir uma certa tranqüilidade. Explorar seus pontos fortes é uma das melhores estratégias para se tornar um(a) bom(a) orador(a).
Não menos importante é o treino, que por sinal é fundamental, pois a qualidade do discurso será proporcional à quantidade de tempo gasto preparando-o. Um dos pré-requisitos de qualquer boa apresentação é falar como no cotidiano. Converse com a platéia. Quem tenta discursar como se escreve perde a naturalidade. Não decore o texto, prefira entendê-lo. Saber se expressar em público é essencial para quem pretende ser líder. Trata-se, basicamente, de ser capaz de expor com clareza as idéias.
2. Conheça o terreno em que vai pisar
Para fazer uma boa apresentação, conheça algumas regras básicas: a) qual o local da apresentação; b) se você será o(a) único(a) orador(a); c) qual a ordem das apresentações; d) se haverá um período para perguntas e respostas; e) para quem você vai falar; f) o que esse público quer ouvir; g) quanto tempo você terá; h) que instrumentos estarão à sua disposição (retroprojetor, computador, TV, vídeo, lousa, etc).
Prepare-se para todo tipo de pergunta. É inevitável que o público levante questões menos exploradas na sua apresentação. Se você realmente dominar o assunto, terá como prever dúvidas e possíveis objeções. Devolva a pergunta para a platéia - alguém pode saber a resposta - ou dê referências sobre o assunto, mesmo que você desconheça a resposta exata.
3. Aprenda a se relacionar com o público
O receio de não conseguir cativar o público é comum. Em primeiro lugar, tire da cabeça a idéia de que o público está lá para criticar. Lembre-se de que as pessoas também têm medo de falar em público e, por isso, admiram a sua coragem.
Uma questão estratégica é adequar a linguagem ao seu público. Olhe para ele. Tente criar uma certa intimidade. A profundidade do tema e até a escolha adequada dos termos ajudam a criar essa intimidade. Cada pessoa tem que sentir que você está falando só para ela. Nem sempre falar para uma grande platéia é pior do que para poucas pessoas. Quando se fala para poucos, as reações são mais visíveis.
Relaxe com relação ao comportamento de quem está te ouvindo. A preocupação de controlar as reações do público só atrapalha. O fato de alguém estar bocejando pode significar apenas que ele (ou ela) passou a noite com insônia. Alguém que levanta pode ter uma emergência para resolver. Não se escravize pelo comportamento da platéia. Apenas leia os seus sinais para monitorar a sua exposição, para saber, por exemplo, quando fazer uma pergunta ou quando abrir espaço para um debate.
Se o público for hostil, amorteça as perguntas agressivas. Tenha simpatia mesmo que haja insultos. Não responda em cima de uma pergunta, agradeça, respire, ganhe alguns segundos. Mesmo que a platéia esteja do seu lado, caso você aja com hostilidade, é possível que ela se volte contra você.
Seja Breve - Não canse o seu público. Ele vai ficar inquieto, vai começar a conversar, a levantar, e você sentirá insegurança. Pare de falar no instante em que os ouvintes desejarem que você continue, ou seja, perceba neles um maior interesse em prosseguir, assim você poderá abrir espaço para perguntas e até novas apresentações, caso o tempo esteja esgotado. Desperte na platéia o desejo de abordar novamente o tema ou outros inerentes ao que fora exposto. A duração deve variar conforme o horário e local da apresentação.
Se for depois de um almoço ou jantar, economize palavras. O mesmo vale para os casos em que você seja um entre vários (as) oradores (as). Caso seja o (a) único (a), nada impede que se estenda um pouco mais. Há ainda mais um motivo para não fazer apresentações intermináveis: ninguém vai guardar tudo o que você disser. A concisão é uma grande virtude. "Fonte Internet ww.espirito.org
Um novo conceito em treinamento de comunicação e expressão pessoal em público. Clique aqui em Cursos de Oratória para ver mais sobre os cursos que ministramos e que podem ajudar você a amenizar algumas dificuldades nesse sentido. Venha trabalhar questões relativas à ansiedade, medo, timidez e postura ao falar. Aprimore sua fluência. Não deixe que os outros falem por você! Fale você e construa o seu marketing pessoal. Certamente, com a prática da oratória você vai sentir mais segurança ao falar ao seu público e causar uma boa impressão, construindo, dessa forma, um marketing pessoal positivo. Falar bem é sempre bom! E o mais importante é você se sentir bem, elevando a sua auto-estima.
Encontrar um bom curso para reduzir o medo de falar em público sempre foi e será uma das principais preocupações dos seres humanos, principalmente dos executivos mais tímidos e introvertidos. Um bom curso de oratória vai ajudar você a entender o porquê do medo de falar e aprender a lidar com situações de ansiedade e adquirir técnicas e habilidades para se sobrepor a situações de desconforto.
Um novo conceito em treinamento de comunicação e expressão pessoal em público. Clique aqui em Cursos de Oratória para ver mais sobre os cursos que ministramos e que podem ajudar você a amenizar algumas dificuldades nesse sentido. Venha trabalhar questões relativas à ansiedade, medo, timidez e postura ao falar. Aprimore sua fluência e invista na sua carreira profissional. Não deixe que os outros falem por você! Fale você mesmo e construa o seu marketing pessoal.
Algumas questões relacionadas ao medo de falar precisam ser desvendadas antes de iniciar o processo de comunicação e expressão verbal em público, são elas:
Porque passamos a vez, quando algum projeto ou trabalho de faculdade precisa ser apresentado a uma platéia, por menor que seja?
Mas porque temos medo?
O que devemos fazer para superar o medo de falar em público?
Porque ficamos mais inseguros quando o público é mais formal?
Porque não conseguimos olhar nos olhos das pessoas que formam o nosso público?
Quais os impactos negativos na construção do marketing pessoal, quando fugimos das oportunidades de nos expormos em público, durante as apresentações de trabalhos, projetos etc?
Porque as pessoas mais falantes e mais bem estruturada são mais requisitadas para representar a empresa em congressos e reuniões e são, na maioria das vezes, as primeiras a serem indicadas para ocuparem os cargos de liderança?
Porque quando eramos crianças, brincávamos, falávamos com certa naturalidade meio a outras crianças e não sentiamos o medo que sentimos após a fase adolescente de nossas vidas?
Porque o medo de falar nos incomoda muito mais agora (na universidade ou no ambiente profissional) de que antes?
Porque precisamos superar o medo de falar?
Abaixo temos dois textos muito importantes para se começar a entender e valorizar as questões relativas a esse assunto. Eles vão ajudar você a encontrar respostas para uma boa parte das questões acima.
Mas antes de iniciar a leitura não se esqueça de uma grande dica: Você só vai reduzir o medo de falar e controlar a ansidade que geralmente sentimos momentos antes de falar em público, a partir do momento que você conhecer e entender as peças que compõem o processo de comunicação e expressão verbal em público e praticar a oratória com mais freqüência, aproveitando todas repito, todas, as oportunidades que surgirem em sua vida. Recomenda-se que você crie essas oportunidades e fale. Os livros e as dicas que normalmente se encontram por aí ajudam mas não resolvem o problema. Venha fazer o nosso curso prático de oratória que você vai perceber que esse mistério não é tão difícil de ser desvendado. Basta o acompanhamento de alguém que conhece as duas faces da moeda para ajudar a solucionar mais facilmente esse problema desconfortável e prejudicial, que é o medo de falar.
Boa leitura.
"COMUNICAÇÃO E MARKETING PESSOAL"
“Há um fato que é incontestável: a comunicação eficaz é símbolo de poder e autoridade. Cada vez mais em nosso mundo globalizado, a busca da excelência nas comunicações é um desafio para quem pretende atingir um alto nível de profissionalismo.
Em um mundo competitivo, onde um bom marketing pessoal pode ser a senha para o sucesso, há necessidade da competência técnica, aliada à competência comportamental e emocional, que incluem relações interpessoais mais enriquecedoras. E afinal de contas:
- Quem de nós não quer ser ouvido com interesse e respeito?
- Quem de nós não quer ser aceito?
- Quem de nós não quer persuadir o interlocutor com idéias claras, coerentes e objetivas?
- Quem de nós não quer participar do meio em que vive e influenciar nas decisões do grupo?
- Quem de nós não quer transmitir segurança e fluência durante a explanação de um assunto?
- Quem de nós não quer receber feedback positivo quanto às atuações como comunicadores e facilitadores da aprendizagem?
Comunicação e Libertação
Quanto ao aspecto individual, comunicar-se bem é uma forma de libertação. Quando falamos, temos a oportunidade de arrancar as máscaras e deixarmos transparecer quem realmente somos, liberando outras formas de expressão que permaneciam em estado latente. Esse processo ajuda a dar vazão ao lado criativo, deixando emergir um eu mais autêntico e profundo.
Nós nos comunicamos para sermos reconhecidos e aceitos, para sabermos quem somos, por meio do espelho que o outro nos mostra. Somos eternos investigadores de nós mesmos, mas quem nos possibilita a revelação instigadora de quem aparentamos ser, no meio em que atuamos, é o outro. É ele que nos apresenta pistas, que desvendam a parte de nós que, muitas vezes é cega e surda. Ter a sabedoria para mergulhar com coragem nessa auto-descoberta é tarefa complexa. A comunicação é a ponte que propicia o desnudamento desse território tão íntimo.
Nós somos do tamanho da comunicação que conseguimos estabelecer no meio em que atuamos. Ter a coragem para se comunicar é estar disponível ao contato social. Se quisermos, cada ato comunicativo pode nos fazer despertar do sono, do limbo, da inércia, incitando-nos às ações mais produtivas.
O processo comunicativo é uma necessidade essencial à natureza humana. Gestos, atos e palavras povoam permanentemente a existência. Por meio da comunicação imprimimos nossa marca, nossa raiz, nosso chão e deixamos patente o nosso lugar no mundo. Ela projeta a personalidade e o caráter de cada um de nós e está presente, todo o tempo, mesmo através do silêncio ! Respiramos comunicação ! Essa lei é imutável. Ignorá-la é selar um pacto com a inanição afetiva, mental e intelectual.
Ela é o nosso instrumento de exploração do mundo e também é, ao mesmo tempo, o instrumento com o qual o mundo nos explora. É através desse jogo que formamos, gradualmente, as opiniões, conceitos e juízos que nortearão nossas vidas, sem os quais seria impossível a convivência.
Fincamos nossa estrutura pessoal por meio das comunicações que praticamos. Se os meus pensamentos tem qualidade e consigo transmiti-los com inteligência, empatia e sensibilidade, isso pode me assegurar maior excelência nas relações interpessoais, gerando maior sucesso nas ações cotidianas.
Quando nos comunicamos bem, realizamos uma viagem em direção à essência secreta do coração e da mente do outro, e nos tornamos companheiros/ cúmplices nessa travessia ! Para isso, não basta falar bem, utilizando corretamente as regras gramaticais. Há necessidade de muito mais ! É preciso mobilizar nossos recursos internos e externos para facilitar a arte do diálogo, que não é um simples despejar de palavras, é ir ao encontro, é abster-se de julgamentos precipitados, dando chances para a troca democrática de idéias, propiciando um clima de confiança e bem estar, utilizando a empatia na busca do processo de sinergia.
Além disso, é necessário buscar feedback quanto a nossa atuação. Só conseguimos construir relações verdadeiras a partir do momento em que enxergamos com maior propriedade quem somos nós e qual o impacto que causamos nos vários grupos sociais. Ter consciência dessa imagem social faz parte da ação corajosa de quem busca uma comunicação plena.
O Ser Humano é produto da comunicação que viveu
Reflexões
Se temos consciência que contamos a nossa história por meio de cada ato comunicativo, se temos consciência da importância dessas inter-relações, tornando comuns os pensamentos, as sensações e os desejos, cabe-nos as seguintes reflexões:
- Até que ponto estou comprometido com a busca de uma comunicação livre, sem distorções e obstáculos?
- Até que ponto estou ampliando minhas potencialidades verbais e não-verbais?
- Até que ponto tenho me permitido ser quem eu realmente quero ser?
- Até que ponto há coerência entre o que digo, penso e faço?
- Até que ponto minha imagem externa condiz com o que percebo a meu respeito?
- Até que ponto valorizo o meu "estar" no mundo?
- Até que ponto deixo que os medos e inseguranças sejam mais fortes que a minha coragem para administrá-los?
- Até que ponto saboto com pequenas armadilhas as minhas chances de sucesso?
- Até que ponto meu magnetismo pessoal está sendo lapidado, com inteligência e determinação, com o objetivo de me tornar melhor?
Dar-nos o direito à expressão é conquistar a liberdade de ser, é tomar posse de novos territórios, é afirmar-se perante a vida, é transformar-se no encontro com o "outro". É preciso aprender a buscar a própria palavra, como quem busca a própria identidade.
Compreender a dimensão do processo comunicativo é um caminho para compreender a própria vida.
O mundo ecoa de acordo com as comunicações que estabelecemos com os nossos semelhantes. Somos o meio e o produto dessas relações.
Investigar a forma como revestimos e expressamos os pensamentos nos possibilita a análise das várias facetas de nossa personalidade, o que nos mostrará como atuamos nos vários grupos sociais. Esse é um mapa necessário, que fornece oxigênio para um mergulho interior e para uma aprendizagem desafiadora, tão necessária para nos tornarmos melhores como seres humanos!”
(Mendes, Eunice – Fonte Internet)
Como Superar o Medo de Falar em Público
Por Emerson Escobar
"Falar em público é uma das atribuições mais importantes de todo profissional, seja para apresentar um projeto, vender uma idéia ou até mesmo participar de uma reunião. Mas, ainda é uma tarefa que inspira medo e pode ser decisiva para o sucesso de muitas pessoas.
Uma dica preciosa a todo profissional que utiliza a oratória é não se assustar com o medo, porque isso ajuda a alimentar mais nervosismo. O importante não é eliminá-lo, e sim transformá-lo numa energia positiva, tornando o discurso mais envolvente. Mas, esse grande vilão não está presente somente na vida dos brasileiros, pois 41% dos americanos têm pavor de pensar em qualquer tipo de exposição, e ainda são considerados menos dramáticos que os australianos, que preferem a morte a terem que falar em público.
Identificar esse sentimento e enfrentá-lo são as melhores formas de impedir que ele atrapalhe o seu desenvolvimento profissional. Imagine como é que um projeto pode ser aprovado, se você estiver tremendo na hora de apresentá-lo? Será que algum cliente deixou de comprar porque você não estava confiante ao expor seu produto? Tenha certeza de que, cada vez que você evitar aparecer, alguém estará fazendo o contrário. As chances de seu concorrente conquistar mais espaço são inquestionáveis.
Um dos fatores que contribuem para a insegurança e o decorrente medo ao falar é a falta de experiência. A melhor forma de superá-la é enfrentar quaisquer situações da forma mais natural possível. Sobressai-se bem quem costumava fazer perguntas na sala de aula e apresentar trabalhos em grupo, o que contribui para uma diminuição da tensão na hora de discursar. Pessoas inexperientes costumam recusar convites, fugir de reuniões e adiar apresentações. Encoraje-se, pois o seu sucesso dependerá somente de você.
Quando se manda alguém no seu lugar, a pessoa melhora cada vez mais e você fica inerte. Mesmo com muito treino, é bom ter em mente que mãos suando e ansiedade são comuns - e inevitáveis - nos minutos que antecedem uma apresentação. Esses sintomas acompanham os executivos mais experientes, os oradores mais hábeis e até artistas de muito sucesso. É preciso aprender a conviver com isso.
Em três passos, saiba como superar a dificuldade de discursar e se torne um (a) bom (a) orador (a).
1. Saiba o que você vai falar - Leia, pesquise, se interesse, domine o assunto. Isso vale para qualquer tipo de apresentação. É preciso ter intimidade com o que será exposto. Ter histórias para contar é um diferencial. Tenha em mente um bom roteiro das principais idéias.
Não tenha pressa em terminar o seu discurso. É preciso ter uma atitude equilibrada. Jamais seja arrogante e nem subestime a inteligência de quem está ouvindo. A persuasão só acontece quando há emoção e entonação correta.
Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia (UCLA) mostra que os maiores impactos provocados no público vêm da voz (55%) e da linguagem corporal (38%). É claro que isso não desqualifica o conteúdo da apresentação.
Seja você mesmo - A melhor forma de ser bem-sucedido(a) é não se considerar um mestre em oratória. Não tente ser nada além de você mesmo. Crie o seu estilo. Por exemplo, não faça piadas se você não é naturalmente engraçado(a). Uma das piores sensações do mundo é o silêncio pairando no ar depois de uma gracinha. Sorrir é um dos pontos importantes para se conquistar a simpatia do público.
Ser humilde e não se preocupar excessivamente com o que os outros estão pensando de você também pode garantir uma certa tranqüilidade. Explorar seus pontos fortes é uma das melhores estratégias para se tornar um(a) bom(a) orador(a).
Não menos importante é o treino, que por sinal é fundamental, pois a qualidade do discurso será proporcional à quantidade de tempo gasto preparando-o. Um dos pré-requisitos de qualquer boa apresentação é falar como no cotidiano. Converse com a platéia. Quem tenta discursar como se escreve perde a naturalidade. Não decore o texto, prefira entendê-lo. Saber se expressar em público é essencial para quem pretende ser líder. Trata-se, basicamente, de ser capaz de expor com clareza as idéias.
2. Conheça o terreno em que vai pisar
Para fazer uma boa apresentação, conheça algumas regras básicas: a) qual o local da apresentação; b) se você será o(a) único(a) orador(a); c) qual a ordem das apresentações; d) se haverá um período para perguntas e respostas; e) para quem você vai falar; f) o que esse público quer ouvir; g) quanto tempo você terá; h) que instrumentos estarão à sua disposição (retroprojetor, computador, TV, vídeo, lousa, etc).
Prepare-se para todo tipo de pergunta. É inevitável que o público levante questões menos exploradas na sua apresentação. Se você realmente dominar o assunto, terá como prever dúvidas e possíveis objeções. Devolva a pergunta para a platéia - alguém pode saber a resposta - ou dê referências sobre o assunto, mesmo que você desconheça a resposta exata.
3. Aprenda a se relacionar com o público
O receio de não conseguir cativar o público é comum. Em primeiro lugar, tire da cabeça a idéia de que o público está lá para criticar. Lembre-se de que as pessoas também têm medo de falar em público e, por isso, admiram a sua coragem.
Uma questão estratégica é adequar a linguagem ao seu público. Olhe para ele. Tente criar uma certa intimidade. A profundidade do tema e até a escolha adequada dos termos ajudam a criar essa intimidade. Cada pessoa tem que sentir que você está falando só para ela. Nem sempre falar para uma grande platéia é pior do que para poucas pessoas. Quando se fala para poucos, as reações são mais visíveis.
Relaxe com relação ao comportamento de quem está te ouvindo. A preocupação de controlar as reações do público só atrapalha. O fato de alguém estar bocejando pode significar apenas que ele (ou ela) passou a noite com insônia. Alguém que levanta pode ter uma emergência para resolver. Não se escravize pelo comportamento da platéia. Apenas leia os seus sinais para monitorar a sua exposição, para saber, por exemplo, quando fazer uma pergunta ou quando abrir espaço para um debate.
Se o público for hostil, amorteça as perguntas agressivas. Tenha simpatia mesmo que haja insultos. Não responda em cima de uma pergunta, agradeça, respire, ganhe alguns segundos. Mesmo que a platéia esteja do seu lado, caso você aja com hostilidade, é possível que ela se volte contra você.
Seja breve - Não canse o seu público. Ele vai ficar inquieto, vai começar a conversar, a levantar, e você sentirá insegurança. Pare de falar no instante em que os ouvintes desejarem que você continue, ou seja, perceba neles um maior interesse em prosseguir, assim você poderá abrir espaço para perguntas e até novas apresentações, caso o tempo esteja esgotado. Desperte na platéia o desejo de abordar novamente o tema ou outros inerentes ao que fora exposto. A duração deve variar conforme o horário e local da apresentação.
Se for depois de um almoço ou jantar, economize palavras. O mesmo vale para os casos em que você seja um entre vários (as) oradores (as). Caso seja o (a) único (a), nada impede que se estenda um pouco mais. Há ainda mais um motivo para não fazer apresentações intermináveis: ninguém vai guardar tudo o que você disser. A concisão é uma grande virtude." Fonte Internet www.espirito.org.br
Um novo conceito em treinamento de comunicação e expressão pessoal em público. Clique aqui em Cursos de Oratória para ver mais sobre os cursos que ministramos e que podem ajudar você a amenizar algumas dificuldades nesse sentido. Venha trabalhar questões relativas à ansiedade, medo, timidez e postura ao falar. Aprimore sua fluência. Não deixe que os outros falem por você! Fale você e construa o seu marketing pessoal. Certamente, com a prática da oratória você vai sentir mais segurança ao falar ao seu público e causar uma boa impressão, construindo, dessa forma, um marketing pessoal positivo. Falar bem é sempre bom! E o mais importante é você se sentir bem, elevando a sua auto-estima.
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|Medo de Falar|
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